quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Philip Kotler fala sobre os novos tempos do Marketing

Em julho de 2009 a Revista HSM Management publicou uma entrevista feita a Philip Kotler, a entrevista na íntegra é bem interessante, mas resolvi postar apenas um trecho que neste momento me chamou mais a atenção, já que estamos na febre das redes sociais, onde mais de 80% dos internautas brasileiros acessam alguma rede social, seja ela Orkut, Facebook, Twitter, Linkedin e etc. E soa para todos nós como uma revolução, onde o marketing tem que se reiventar e as empresas ficarem ainda mais atentas ao que os clientes dizem por aí. Eu particulamente sou super adepta a novas tecnologias e tudo que motiva a velocidade da informação. Leio meu jornal todo dia de manhã, gosto muito do impresso na hora de ler, mas é na WEB que passo mais de 7 horas por dia, pesquisando, trocando e-mails, cuidando dos Blogs, acessando twitter e pesquisando de novo...enfim...
Qual seria o papel da mídia digital no sistema de gestão do caos de companhias de todos os tipos? Ela torna mais fácil gerenciar essa situação?
Philip Kotler: A mídia digital tem dois papéis nessa história. Ela exacerbou a disponibilidade e a velocidade de transmissão de notícias tanto para o bem como para o mal. Para o bem, considere, de um lado, a rapidez com que a gripe suína se alastrou e, de outro, a rapidez com que as informações sobre ela circularam e com que os países tomaram precauções para proteger sua população. O aspecto nocivo é que as pessoas precisam lidar com a informação com cuidado. É mais fácil do que nunca circular desinformação e rumores que podem ferir ou iludir pessoas e empresas. Vivemos em uma era de muita informação e as empresas devem alocar recursos para detectar e gerenciar os fluxos dela. E, para isso, devem usar a própria mídia em sua função “para o bem”, nesse estado que eu denomino de “alerta vermelho permanente”.
As mídias tradicionais – jornais na linha de frente – vêm tendo sua morte anunciada todos os dias. O que o sr. pensa a esse respeito?
Philip Kotler: Mídias raramente morrem. Elas geralmente encolhem em nichos nos quais podem manter bom desempenho. A televisão não matou o rádio ou o cinema. Os computadores não mataram a televisão. Com relação à crise dos jornais, sei que é difícil manter um jornal funcionando com seu tamanho atual quando a receita de anúncios está se transferindo para a internet – e as pessoas jovens não recorrem aos jornais para obter notícias. Os bons velhos tempos dos jornais se foram de fato. Mas os jornais podem manter público tendo apelo mais especializado e indo para a internet. Não acho que os anunciantes consigam atingir seus objetivos se migrarem totalmente para a nova mídia digital. A maioria das empresas vai ganhar se usar um mix de novas e velhas mídias, cada uma fazendo o que faz melhor e sendo medida.
Qual é o papel das redes sociais para as empresas neste novo mundo caótico?
Philip Kotler: Redes sociais como Facebook, MySpace, Twitter e outras desafiam nossas práticas de Marketing tradicionais. Primeiro, porque as pessoas passam mais tempo conversando com amigos e família em seus computadores e telefones e, consequentemente, menos tempo vendo TV, cujos comerciais costumavam ser a maior fonte de influência publicitária. Hoje a porcentagem de mensagens sobre marcas vindas de fontes comerciais em contraposição a fontes sociais está diminuindo rapidamente. Então, cabe aos profissionais de Marketing fazer duas coisas. Uma é monitorar as conversas para descobrir se sua marca é tema de discussão e, se for, quão favorável ou desfavorável é a conversa. Está cada vez mais difícil para uma empresa hoje oferecer má qualidade e pouco valor sem que o boca a boca espalhe palavras venenosas sobre sua marca.
As companhias estão cada vez mais em um aquário e não têm escolha além de produzir boa qualidade em troca de dinheiro. Segundo, as empresas precisam descobrir melhores maneiras de identificar potenciais clientes com a mídia social. Seria maravilhoso se uma empresa como a Wilson pudesse comprar uma lista de todos os membros do Facebook que tivessem o tênis como hobby. Infelizmente o Facebook não vai vender esse tipo de informação, porque isso afastaria seus membros. O mínimo que a empresa pode fazer é inserir e circular informações sobre si mesma em mídias sociais como blogs, podcasts e outras. O Twitter, que está mostrando rápido crescimento, é particularmente promissor por poder carregar mensagens curtas sobre uma marca para um número enorme de pessoas em seus computadores ou celulares.

domingo, 9 de agosto de 2009

Honda faz ação inusitada nos cinemas de São Paulo



Pela pouquissíma diferença de valor entre ele e o Honda Civic, sou 1000 vezes o Honda Civic. Nada contra a GM mas este Honda City está com cara de Astra...

Da-lhe ação de marketing....


A Honda faz uma ação de Marketing nos cinemas Kinoplex Itaim, em São Paulo, para promover o novo modelo Honda City. Durante a exibição do comercial do Honda City em todas as sessões, um apresentador comentará os diferenciais do carro e, em seguida, convidará o público para um test-drive.
Neste momento, dez atores disfarçados na sessão sairão da sala partindo, supostamente, para uma concessionária Honda. A ação acontece até o final deste mês, antes dos trailers. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Circuito Digital – companhia de distribuição de conteúdo publicitário para cinemas – e a agência Banco de Eventos.
Fonte: Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing 07/08/2009

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Uso de banda larga móvel em todo o mundo cresce 30% no 2º trimestre

Ásia lidera crescimento da internet de alta velocidade no celular (36%). Navegação para assistir transmissões ao vivo aumentou 58%.
O tráfego de banda larga móvel cresceu 30% no mundo, durante o segundo trimestre deste ano, informou relatório da Allot Communications, empresa especializada em otimização de tráfego IP (Internet Protocol) nesta terça-feira (21/7).De acordo com a pesquisa, a Ásia é a região que liderou o crescimento no período, com 36%. A Europa veio em seguida, com 28%, e as Américas registraram 25% de aumento no uso de banda larga em celulares.A transmissão ao vivo pela internet foi o tipo de navegação que mais cresceu (58%), com visitas a sites de vídeos como YouTube e Hulu. Os downloads a partir de páginas da web, como MegaUpload e RapidShare, cresceram 34% globalmente.
O que mais congestiona a internet móvel é o uso de programas de compartilhamento de arquivos, que corresponde a 42% do consumo de banda nas áreas mais utilizadas para acesso móvel. Na média, a utilização corresponde a 21%.Os dados coletados se referem a mais de 150 milhões de assinantes das principais operadoras de celular do mundo. No Brasil, a adesão a linhas móveis caiu 36% no primeiro semestre.
Por Redação do IDG Now!
Publicada em 21 de julho de 2009.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Internautas brasileiros batem novo recorde


Ibope Nielsen Online divulgou um novo recorde para os internautas brasileiros, que navegaram, em média, 69 horas e 55 minutos no último mês de junho. Essa conta inclui acesso a caixas de e-mails, utilização de aplicativos como Messenger, redes sociais e programas de músicas. O estudo mostra que o Brasil continua na liderança em tempo de utilização da internet. Considerando somente a navegação em páginas da web, os brasileiros passaram uma média de 44 horas e 59 minutos conectados, tempo 10,6% maior do que o registrado no último mês de maio.
Fonte: Portal ABEMD - 16/07/2009 http://www.abemd.org.br/

terça-feira, 14 de julho de 2009

Pão de Açúcar investe R$3,3 mi em nova marca



Rede Pão de Açúcar lança uma nova identidade visual que estará nos pontos-de-venda a partir de 16 de julho. O novo visual da marca é o sexto ao longo dos sessenta anos de existência do grupo. A iniciativa para mudar partiu da expectativa do consumidor em relação à marca e, para isso, o grupo consultou institutos de pesquisa.
O objetivo era analisar o relacionamento do consumidor com a marca baseado em branding experience. Para isso, foram estudados consumidores de São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza, entre 16 e 65 anos e de classes AB. Apesar das diversas opções apresentadas, a nova logo atende a dois critérios: evolução sem perder a “identidade” por ser uma marca forte e foco no target mais maduro como referencial para o público mais jovem.
Este processo custou R$ 3,3 milhões e envolveu pesquisas, alteração em fachadas, materiais de ponto-de-venda e nova campanha que terá o conceito “Uma Nova Marca. O mesmo Pão de Açúcar“. Quem assina a nova identidade visual do Pão de Açúcar é a agência FutureBrand.
Por Thiago Terra, do Mundo do Marketing 14/07/2009

Carrefour desbanca indústria no lançamento de marcas



Que Procter & Gamble, Unilever e Nestlé que nada. O Carrefour foi a marca que mais lançou embalagens no primeiro semestre de 2009, aponta a Mintel através da ferramenta Global New Produts Database, que cobre 80% das embalagens lançadas e relançadas em supermercados nas cinquenta maiores economias do mundo. A pesquisa obtida pelo Mundo do Marketing ressalta o aquecimento do setor de marcas próprias, já que seis entre as 10 que mais realizaram lançamentos são varejistas. Por lançamento de embalagem entende-se como lançamento de novos produtos, extensões de linha ou apenas a mudança da embalagem.
A multinacional de origem francesa com mais de 15 mil lojas presentes em 30 países responde por 0,45% dos lançamentos em todo o mundo. Em seguida, vem Woolworths, com 0,32%. Como a pesquisa não diferencia as marcas com o mesmo nome, não dá para afirmar qual ou quais varejistas ocupam o segundo lugar, uma vez que o termo em inglês é bastante utilizado pelo varejo em vários países do mundo. O Grupo Carrefour também aparece na sétima posição através da rede Dia%, supermercados de menor porte presente em oito países. O Mundo do Marketing tentou durante mais de uma semana entrevistar um executivo da rede para comentar o resultado e dar sua visão sobre os lançamentos de produtos de marca própria no Brasil, mas a assessoria de imprensa afirmou que o porta-voz não pôde responder nossas perguntas a tempo. Outra marca com participação no Brasil presente entre as dez maiores é a Avon, em oitavo.
Design inferior de embalagens dificulta crescimento do setor
O bom resultado do Carrefour, na opinião de Fábio Mestriner, Professor Coordenador do Núcleo de Estudos de Embalagem ESPM, está no diferenciamento das embalagens da marca.“As embalagens do Carrefour não têm a cara da maioria das embalagens de marca própria que a gente vê por aqui. Essa baixa participação do setor no país se deve principalmente ao design das nossas embalagens de marca própria que são visualmente muito inferiores as dos produtos regulares. Elas informam ao consumidor que são inferiores aos produtos das marcas regulares”, explica.
A participação da marca própria no varejo brasileiro não passa de 6%, segundo a Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização (ABMAPRO), enquanto que a média mundial é de 17,5%. A estimativa da entidade é crescer 15% em 2009.
O setor de cosméticos também se destaca, sendo a categoria que mais recebeu lançamentos no período. O aquecimento se reflete na lista de marcas, com a francesa Yves Rocher que vem em terceiro (0,31%). Completa o top 5 a varejista americana Tesco e a japonesa Topvalu.
Mesmo com crise, Brasil manteve o bom resultado de 2008
O Brasil destacou-se no ranking ocupando a segunda posição entre os países que mais lançaram produtos entre janeiro e junho, com 6% de participação. O país, que ocupa o sexto lugar no ranking referente ao ano de 2008, teve um crescimento de 57% em comparação ao mesmo período do ano passado, com 7.782 produtos. O Brasil passou à frente de Japão, Reino Unido, França e Alemanha, nações mais impactadas pela crise econômica. Os Estados Unidos manteve a liderança, com 13%. No total, foram 122,8 mil embalagens lançadas em todo o mundo.




O Brasil já havia fechado o primeiro trimestre com 8% de participação, alcançando o segundo lugar. A partir de abril, os outros países começaram a se recuperar, levando o país para a quarta posição no segundo trimestre. Outras nações emergentes como China e Índia aparecem em sétimo e oitavo, respectivamente. “Com a crise, a China perdeu duas posições. A Índia, que não estava no top 10, chegou ao oitavo lugar por conta do surgimento recente dos supermercados. Foi o que aconteceu no Brasil na década de 1950”, explica Fábio Mestriner, da ESPM, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Bom cenário para cosméticos refletem a ascensão da mulher na sociedade
Entre os tipos de produtos mais lançados, estão maquiagem para os lábios (3%), cuidado facial/pescoço (3%), biscoitos doces (3%) e produtos para o corpo (3%). Para Mestriner, o aquecimento no setor de cosméticos reflete uma preponderância da mulher na sociedade moderna. “Mesmo nas sociedades que reprimem as mulheres, elas são grandes consumidoras de maquiagem e lingerie. Já o biscoito tem alta aceitação, todo mundo come. No Brasil, essa é a categoria mais representada nos lançamentos”, completa o professor.
Outra tendência apontada são produtos com posicionamento de tempo/rapidez. Ocupando a sétima posição entre os posicionamentos mais utilizados em novos produtos, ele se reflete também na lista dos mais lançados, com queijo (2%), salgados e snacks (2%). A preocupação com o bem estar e sustentabilidade também se traduz nos posicionamentos “botânico/herbal” (14%) e "Sem aditivos/conservantes" (11%).
O tipo de embalagem mais utilizado foi a garrafa e a flexível (12% cada), além de tubo/bisnaga (6%) e caixa de cartão (5%). O plástico ainda é o material com maior representação (45%), seguido por vidro simples 7% e película metalizada 6%. “Lançar embalagem é ação de Marketing. Mas não pode passar de dois anos. Depois desse tempo, ficam velhas porque o cenário em volta dela continua mudando, e ela pode ficar para trás”, recomenda Mestriner.
Por Guilherme Neto, do Mundo do Marketing 14/07/2009.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

No consultório, marketing médico para atrair ‘pacientes-clientes’



Trata-se de uma matéria publicada no Jornal O Estado de São Paulo no Caderno Vida, em 2007. Esta matéria conta com a participação e depoimento do Sócio Diretor da ABCD Marketing Prof. Carlos Roberto Ventrilho, empresa de consultoria especializada na área da Saúde e também com o Dr. Décio Roveda Jr. um dos donos do Centro de Diagnóstico Femme - Laboratório da Mulher . Veja na íntegra:
Vista com ressalvas pelo CFM, prática inclui distribuição de banners e até dicas para falar em público e com a mídia.
Por Adriana Dias Lopes
A partir de R$ 500 por mês, o médico pode dar um empurrão na carreira. Isso se ele trabalhar em um consultório. No caso de uma clínica, o custo do sucesso pode ser o dobro. Os preços são referentes à média cobrada por empresas especializadas em marketing médico, que nunca arrebanharam tantos clientes como nos últimos anos.
Essas empresas convencem médicos a usar recursos básicos de publicidade, até pouco tempo impensáveis na profissão. São orientações como evitar usar roupa branca o tempo todo, ter logomarca própria e tratar o paciente como cliente – ou seja, como se ele sempre tivesse razão.
Não há estatísticas de quantos médicos recorrem ao meio publicitário para conquistar “clientes-pacientes”. Mas o curso de extensão em Marketing na Saúde da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) - R$ 500 por mês - mostra um caminho. Há quatro anos, quando começou, a maioria dos alunos vinha de hospitais (40% do total). Médicos, 20%. Na última turma, a situação foi inversa - 50% médicos e 20% hospitais. Os outros eram de laboratórios e planos.
O número de pacientes do radiologista Décio Roveda, da Santa Casa de São Paulo, triplicou nos últimos dois anos depois de mudanças drásticas na imagem e no foco de trabalho - resultado de trabalho duro de uma consultoria de marketing. Em 1994, ele e mais três sócios fundaram um laboratório de exames que não deu lucro até 2000. “Não bastavam nossas credenciais, éramos dispersos, íamos simplesmente atendendo as pessoas, sem nenhum plano lembra Roveda”.
De Grupo Integrado de Patologia Genital Feminina, o negócio passou a se chamar Femme Laboratório da Mulher. O alvo virou a mulher - apesar do antigo nome, eles atendiam homens e crianças. Uma consultoria de RH foi contratada e tudo passou a girar em torno do bem-estar da mulher - da distribuição dos aparelhos de imagens (ficaram mais próximos para evitar o deslocamento da paciente na clínica) às paredes rosa e banheiros decorados com flores e saches.
O grupo de médicos também contratou uma equipe para ajudá-los a promover palestras. Em dois anos, falaram de saúde da mulher no Memorial da América Latina e no Itaú Cultural. “Prestamos um serviço e o público acaba conhecendo o laboratório por banners e folhetos”, diz Roveda.
“Dificilmente hoje um médico dos grandes centros não usou pelo menos um instrumento de marketing nos consultórios nos últimos cinco anos”, avalia Luiz Cláudio Zenone, professor do curso de Marketing na Saúde da PUC. Para o Conselho Federal de Medicina (Resolução 1.701), o médico só pode usar os meios de comunicação leiga para prestar informações com fins educativos. A regra é obrigatória a todos os 130 clientes de uma das maiores empresas de marketing para médicos, a ABCD Marketing e Publicidade.
“O segredo é vincular o nome da clínica a campanhas. Não tem erro”, diz o publicitário Carlos Roberto Ventrilho, proprietário do lugar. “Época de dengue, por exemplo, meus médicos fazem palestras em escolas próximas ao consultório”, ensina ele.

Entre as dicas, ser o mais próximo possível do paciente, o que significa desde usar avental em vez de roupa branca (segundo regras, a roupa comum embaixo do avental dá a impressão de familiaridade) a telefonar (o médico e não a secretária) para o paciente lembrando do retorno.
Flávio Miura, neurocirurgião do Hospital das Clínicas (HC), em São Paulo, passou a levar à risca o contato com o paciente depois de ter feito um curso de marketing. “Muita gente chegava a marcar consulta e não vinha. Minha agenda era cheia e meu consultório, vazio”, conta Miura. Quando notou que os que faltavam eram pacientes novos, começou a ligar para cada um. “Não me identificava como médico, mas perguntava o motivo da desistência”, lembra. “Eles tinham dificuldades de chegar ao HC.” Miura explicou - e até hoje faz isso - em detalhes o mapa do lugar, com dicas de estação de metrô, linha de ônibus e opções de estacionamentos. “O médico tem concorrência pesada e o paciente está cada vez mais exigente e informado”, diz o publicitário Ventrilho. “Ele não é mais o dono da bola, não pode mais ficar parado, esperando o paciente chegar e ficar.”
NA MÍDIA
Os assessores de imprensa têm também se especializado na área. A publicitária e jornalista Vanessa Mastro tem sete na lista. “Oriento para manterem linguagem didática com o jornalista para não sair bobagem publicada”, diz ela. “Depois que Vanessa passou a trabalhar comigo, os programas sensacionalistas de TV pararam de me ligar”, diz a psicóloga Margareth dos Reis, sua cliente.
Fonte: Jornal Estado de S. Paulo - Caderno Vida - Ano: 2007