Ame ou odeie o programa, ele se tornou o mais bem-sucedido exemplo de como a relação do espectador com a TV e a internet está em transformação. "As pessoas não vão deixar de ver televisão. Em nenhum lugar do mundo a internet está "roubando" a TV. Uma coisa realimenta outra e elas crescem juntas", observa Luiz Calanzans. Leia mais... http://migre.me/lUdH Fonte: Folha de S. Paulo
terça-feira, 2 de março de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Inovação, Empreendedorismo e a Micro e Pequena Empresa
A FIESP e a Fundação Santo André - FSA, promovem gratuitamente a palestra: Inovação, Empreendedorismo e a Micro e Pequena Empresa. Conteúdo Programático: Característica do Empreendedor; Planos de Negócios; Gestão de PME`s; Fomento a Pesquisa e Inovação; Empresas Inovadoras: Inovar ou Morrer. A inovação tecnológica e a importância do P&I&D (Pesquisa, Inovação e Desenvolvimento). Local de Realização: Fundação Santo André - FSA
Av. Príncipe de Gales, 821 Bairro: Príncipe de Gales - Santo André
Auditório da Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas - FAECO
Data: 09/03/2010
Horário: 19h30 as 21h Faça já a sua inscrição gratuita: (11) 3549- 4232/4446/ 4453
e-mail: cursos@fiesp.org.br
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Antiga??? Imagina!!!
Ontem fui almoçar com uma grande amiga minha no Centro de São Paulo, em frente ao Largo São Francisco. Logo na entrada, fui recepcionada por um maitre com Keep, isto mesmo, com um chapéu!! Retornei ao passado, aliás, um passado que não fez parte da minha, vida, pois eu nem era nascida!!! Um total Túnel do Tempo!! Almocei em um restaurante chamado Itamarati que completou 62 anos em 2002. Veja a placa que os alunos da USP - Direito fizeram em homenagem ao restaurante. E não para por aí. Encontrei um quadro pendurado na parede que provavelmente se trata de uma propaganda da década de 40. É uma relíquia encontrar um anúncio com a chamada SORVEX KIBON. O Brasil acolheu a empresa Kibon em 1941 na cidade do Rio de Janeiro, fundada por John Kent Lutey, que trabalhava para a fábrica de sorvetes na China, com o nome de U.S. Harkson do Brasil. Antigas instalações alugadas da falida fábrica de sorvetes Gato Preto, aos pés do Morro da Mangueira, foram reformadas para abrigar as atividades da empresa, que colocou os primeiros 50 carrinhos de sorvete, já nas cores amarela e azul, nas ruas da “Cidada Maravilhosa” no ano de 1942. Mesmo num período de guerras, as dificuldades foram superadas e a empresa adotou uma denominação “fantasia” para identificar seus produtos - Sorvex Kibon. A palavra SORVEX foi adicionada como forma de impressionar o consumidor, dando um ar futurista à sobremesa. É mole? Aposto que são poucos que lembram!!! Resolvi postar as fotos que tirei ontem no restaurante e um vídeo bem antigo que encontrei no Youtube. Marcia Pacini



terça-feira, 12 de janeiro de 2010
3º Ciclo de Palestras em Gestão de Negócios

Entre o dia 26/01 ao dia 11/02 acontecerá o ciclo de palestras na Escola Superior de Propaganda e Marketing - ESPM. Participe a inscrição é gratuita. Veja os temas que irá rolar neste ciclo de palestras: - O negócio do entretenimento: mercado e desafios
- Os novos estádios do futebol brasileiro pós Copa 2014
- “Gestão de marcas brasileiras”
- Inovação, tendências e negócios no Brasil com ‘z’
- Liderança de equipes e gestão de projetos - alavancagem das vendas nos negócios
- Comunicação 2.0
- O ponto de vista do outro. Como a antropologia vê o consumo
- Deixe sua marca – o impacto estratégico do design nos negócios
- Trade Marketing - novo mercado e oportunidades de carreira
- Novos desafios da Comunicação Corporativa
- O impacto das novas tecnologias no modelo de negócio da TV
Faça a sua inscrição através do link: http://www.espm.br/Candidato/Eventos/Pages/Eventos.aspx?Tipo=AulaAberta
domingo, 13 de dezembro de 2009
O tempo acaba na administração
Ontem estava eu lendo meu jornal matinal e sempre uma matéria entre outras me chama mais atenção. Gosto muito de acompanhar dados e pesquisas, advindos do IBGE, do Pnad, etc. Essas matérias me surpreende e as vezes me intriga. E é por isso que acabei de postar no Blog Marketing na Saúde uma matéria sobre a inclusão digital com dados consolidados do IBGE e Pnad. Mas venho escrever neste Blog, devido a uma outra matéria que li ontem no Cotidiano do jornal Folha de S. Paulo. O artigo: O tempo acaba na administração foi escrito por Walter Ceneviva, muito bem escrito por sinal. Sabe que lendo este artigo fiquei até com uma ponta de inveja da população de Brasília, pela garra e pelas manifestações que ele veem fazendo contra o governador Arruda, as vezes acho que falta isso aqui em São Paulo. Várias pessoas são despejadas de suas próprias casas e outras até faleceram devido ao acidente da linha amarela do metrô, ocorrido a três anos e ninguém faz nada. O prefeito Gilberto Kassab diz que o que aconteceu na terça (08/12) não foi CAOS, e ninguém faz nada. Os vereadores de São Paulo passam o ano inteiro votando em mudanças de nomes de praças e ruas e ninguém faz nada, quando eles decidem votar pelo aumento do IPTU e até mesmo pelo próprio aumento dos salários, ninguém faz nada, novamente!!!
Walter Ceneviva fecha seu artigo, maravilhosamente bem, com a seguinte afirmação: Burocracia lenta gera corrupção. Corrupção estimula o crime. O crime não contido nem punido em tempo breve asfixia a sociedade, que se revolta. E eu pergunto, se revolta, mas faz alguma coisa para mudar???
Até quando vamos ficar passivos??? Como diz a frase de uma música "Fecho os olhos pra não ver passar o tempo..." É isso que estamos fazendo??
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Brasil possui mais de 7 milhões de casas com TV por assinatura
Éhhh o número de assinantes vem crescendo, engraçado que o número de propagandas na transmissão a cabo também. As vezes até esqueço que estou no canal fechado, de tantas propagandas que sou obrigada a assistir. E o mais interessante é que, apesar de ser publicitária, sou contra a imensa quantidade de propagandas que a TV a Cabo despeja na programação. Acho um desaforo!!!! Veja a matéria na íntegra: O Brasil possui 7,1 milhões de domicílios com TV por assinatura, de acordo com dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações Anatel.O mês de outubro teve 62.186 novos assinantes, totalizando 841.562 no ano, número pouco inferior ao incorporado no mesmo período de 2008, que teve 932.371 novas assinaturas. O crescimento de janeiro a outubro deste ano foi de 13,3%.
O estado do Espírito Santo foi o que mais teve pedidos de assinaturas, com um crescimento de 11,8% em relação a setembro. Ao longo de 2009, a localidade que registrou mais novos assinantes de TV por assinatura foi a do Amapá, com um crescimento de 64,3%.A região Norte é a que apresenta maior número de novos assinantes, com crescimento de 20,1% entre janeiro e outubro de 2009. Em seguida vem o Nordeste, com 16,7%. Na sequência aparecem Sudeste com 14,1%, Centro Oeste com 11,6% e Sul com 10,1%. Fonte Site IDG Now
O estado do Espírito Santo foi o que mais teve pedidos de assinaturas, com um crescimento de 11,8% em relação a setembro. Ao longo de 2009, a localidade que registrou mais novos assinantes de TV por assinatura foi a do Amapá, com um crescimento de 64,3%.A região Norte é a que apresenta maior número de novos assinantes, com crescimento de 20,1% entre janeiro e outubro de 2009. Em seguida vem o Nordeste, com 16,7%. Na sequência aparecem Sudeste com 14,1%, Centro Oeste com 11,6% e Sul com 10,1%. Fonte Site IDG Now
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
O luxo que é lixo

Ainda pagamos por um serviço caro e ineficiente!!!! Quando irá mudar este quadro? Com as rápidas mudanças, crianças realizando atividades escolares via internet, maiores investimentos em publicidade on line, é preciso tratar com seriedade este assunto e rapidamente aplicar mudanças para que haja uma melhoria nos serviços prestados e automaticamente um preço justo. Ahhhh quem pague por uma determinada banda e recebe uma bem menor!!!! Apesar de sua indiscutível importância, ainda há inúmeras barreiras para o acesso à banda larga no país, sem falar da qualidade, que deixa muito a desejar. Para o Idec, a solução desses e de outros problemas passa pela definição da internet rápida como um serviço público.
A banda larga no Brasil tem "só" três problemas: "é para poucos, cara e lenta". Tal definição foi dada pelo coordenador do Programa de Inclusão Digital do governo federal, César Alvarez, no 53o Painel Telebrasil, evento dos empresários de telecomunicações realizado no fim de agosto. De fato, o panorama do setor deixa claro que ainda há um enorme fosso entre a maioria da população e a internet, tanto pela indisponibilidade do serviço em regiões de baixo interesse comercial para as operadoras quanto por seu preço proibitivo. E quem pode contratar tem de se contentar com um serviço de baixíssima qualidade. Não foi por acaso que o governo reconheceu que a forma como o serviço vem sendo prestado é insuficiente para a realidade socioeconômica do país. Um comitê interministerial estuda o lançamento de um Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que visa melhorar a infraestrutura da oferta de internet. O projeto ainda está engatinhando, mas já surgem algumas propostas, como o uso das redes ociosas das empresas estatais Petrobras, Furnas, Chesf e Eletronet para fomentar a concorrência, por meio do aluguel dessas redes para prestadores privados do serviço, e também por meio de ofertas de acesso ao consumidor feitas por prefeituras e instituições sem fins lucrativos. Apesar de a medida ser benéfica, para o Idec é importante que o PNBL não fique restrito a uma iniciativa específica, como um "reparo" em um modelo que dá sinais claros de deficiênciaParte dos problemas é decorrente da falta de concorrência no setor, concentrado nas mãos de três grupos (Oi-BrT, Telefônica e Net). O Idec entende que para a efetiva universalização da banda larga é fundamental que o Estado assuma a responsabilidade neste processo, uma vez que a internet tem hoje evidente importância na vida cultural, social e econômica da sociedade. Diante da essencialidade do serviço, o Instituto defende que a banda larga seja prestada em regime público, como a telefonia fixa, o que garante que o governo possa impor regras e estabelecer preços. PARA POUCOS
Em 2007, o Brasil ocupava a 72a posição no ranking mundial de penetração de internet, que comparou 190 países. Em relação à banda larga, estávamos na 58a posição entre 110 nações - atrás do Chile (38o) e do México (57o), por exemplo. Os dados são do Relatório da Economia da Informação 2007-2008, da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento.
De acordo com a pesquisa sobre o uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs) no Brasil, realizada pelo Comitê Gestor da Internet do Brasil (CGI.br) em 2008, 80% dos domicílios urbanos do país ainda não têm acesso à internet, apesar de pelo menos 28% das famílias já possuírem computador. Boa parte dos usuários de internet no país (48%) precisa recorrer a centros de acesso pago, como lan houses, 21% só têm acesso no trabalho, e 14%, apenas na escola. Da ínfima minoria que possui conexão residencial, somente 58% têm banda larga. Pelo menos 31% dos acessos ainda são pela velha e lenta linha discada. Mas se considerarmos que 10% dos entrevistados não souberam responder qual é o seu tipo de conexão, esse número pode ser ainda maior. Ao verificar o número de usuários de internet no país por classe social, é fácil identificar que a barreira para o acesso é o preço. Enquanto na classe A, que representa apenas 3% da população, 89% usam a rede mundial de computadores, na C, composta por 54% dos brasileiros, esse número cai para 38%. Para Diogo Moyses, consultor técnico do Idec, tais números deixam claro que há algo errado no nosso modelo de serviço de banda larga. "Ele foi concebido como se a população brasileira pertencesse somente às classes alta e média, mas essa não é a realidade do país", declara. Fonte: Portal IDEC
A banda larga no Brasil tem "só" três problemas: "é para poucos, cara e lenta". Tal definição foi dada pelo coordenador do Programa de Inclusão Digital do governo federal, César Alvarez, no 53o Painel Telebrasil, evento dos empresários de telecomunicações realizado no fim de agosto. De fato, o panorama do setor deixa claro que ainda há um enorme fosso entre a maioria da população e a internet, tanto pela indisponibilidade do serviço em regiões de baixo interesse comercial para as operadoras quanto por seu preço proibitivo. E quem pode contratar tem de se contentar com um serviço de baixíssima qualidade. Não foi por acaso que o governo reconheceu que a forma como o serviço vem sendo prestado é insuficiente para a realidade socioeconômica do país. Um comitê interministerial estuda o lançamento de um Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que visa melhorar a infraestrutura da oferta de internet. O projeto ainda está engatinhando, mas já surgem algumas propostas, como o uso das redes ociosas das empresas estatais Petrobras, Furnas, Chesf e Eletronet para fomentar a concorrência, por meio do aluguel dessas redes para prestadores privados do serviço, e também por meio de ofertas de acesso ao consumidor feitas por prefeituras e instituições sem fins lucrativos. Apesar de a medida ser benéfica, para o Idec é importante que o PNBL não fique restrito a uma iniciativa específica, como um "reparo" em um modelo que dá sinais claros de deficiênciaParte dos problemas é decorrente da falta de concorrência no setor, concentrado nas mãos de três grupos (Oi-BrT, Telefônica e Net). O Idec entende que para a efetiva universalização da banda larga é fundamental que o Estado assuma a responsabilidade neste processo, uma vez que a internet tem hoje evidente importância na vida cultural, social e econômica da sociedade. Diante da essencialidade do serviço, o Instituto defende que a banda larga seja prestada em regime público, como a telefonia fixa, o que garante que o governo possa impor regras e estabelecer preços. PARA POUCOS
Em 2007, o Brasil ocupava a 72a posição no ranking mundial de penetração de internet, que comparou 190 países. Em relação à banda larga, estávamos na 58a posição entre 110 nações - atrás do Chile (38o) e do México (57o), por exemplo. Os dados são do Relatório da Economia da Informação 2007-2008, da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento.
De acordo com a pesquisa sobre o uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs) no Brasil, realizada pelo Comitê Gestor da Internet do Brasil (CGI.br) em 2008, 80% dos domicílios urbanos do país ainda não têm acesso à internet, apesar de pelo menos 28% das famílias já possuírem computador. Boa parte dos usuários de internet no país (48%) precisa recorrer a centros de acesso pago, como lan houses, 21% só têm acesso no trabalho, e 14%, apenas na escola. Da ínfima minoria que possui conexão residencial, somente 58% têm banda larga. Pelo menos 31% dos acessos ainda são pela velha e lenta linha discada. Mas se considerarmos que 10% dos entrevistados não souberam responder qual é o seu tipo de conexão, esse número pode ser ainda maior. Ao verificar o número de usuários de internet no país por classe social, é fácil identificar que a barreira para o acesso é o preço. Enquanto na classe A, que representa apenas 3% da população, 89% usam a rede mundial de computadores, na C, composta por 54% dos brasileiros, esse número cai para 38%. Para Diogo Moyses, consultor técnico do Idec, tais números deixam claro que há algo errado no nosso modelo de serviço de banda larga. "Ele foi concebido como se a população brasileira pertencesse somente às classes alta e média, mas essa não é a realidade do país", declara. Fonte: Portal IDEC
Como revolucionar a educação

A Finlândia oferece à sua população aquela que é considerada a melhor educação entre todos os países do mundo. Esse padrão de excelência alcança tanto a universidade quanto o ensino nos níveis médio e primário. Tais resultados decorrem, acima de tudo, da qualidade de seus professores, das instalações de suas escolas, da adequação de seus currículos, do número de horas efetivas de aulas e da seriedade dos processos de avaliação da aprendizagem.
Que bom seria se professores brasileiros pudessem dar um depoimento parecido com este que ouvi de um professor de primeiro grau finlandês: "Como educador, sou bem remunerado, sinto-me integrante da classe média, tenho casa própria, automóvel, sei que terei uma aposentadoria decente e que meus filhos poderão estudar nas melhores escolas. A sociedade me respeita e reconhece o valor de minha contribuição para o futuro das crianças e jovens de meu país." Ao visitar a Finlândia no ano passado, minha maior surpresa foi notar que suas escolas não revelam nenhuma paixão especial pelo computador ou pela banda larga. É claro que seus educadores consideram esses recursos tecnológicos importantes, mas afirmam que eles devem ser utilizados na dose certa, no momento exato e de modo correto.
Um dos exemplos desse uso correto é o curso que a escola de nível médio ministra a garotos e adolescentes na Finlândia e em outros países da Europa, para prepará-los para o uso competente do computador e da internet, fornecendo-lhe, ao final, o certificado chamado computer driving license, por analogia com a carteira de habilitação de motorista. Seria muito bom que as crianças brasileiras dispusessem de cursos periódicos semelhantes. UM LAPTOP POR ALUNO?Não tenho dúvida de que a maioria dos que defendem o projeto Um Laptop por Criança (OLPC, na sigla em inglês One Laptop Per Child) para o Brasil e outros países emergentes são pessoas bem-intencionadas e idealistas. Mas basta refletir um pouco mais para se comprovar a fragilidade desse projeto
Sejamos realistas. A maioria das crianças não poderá levar seu laptop à escola sem correr o risco de assalto no caminho, em especial em São Paulo e no Rio de Janeiro. Os que conseguirem chegar à escola com a máquina, serão, com certeza, tentados a navegar pelos sites mais inadequados durante as aulas. Nesse caso, o laptop será muito mais um elemento de dispersão da atenção do aluno do que uma boa ferramenta de ensino.
A experiência finlandesa mostra claramente que o computador, quando usado rotineiramente em sala de aula, sem critério, não traz nenhum benefício para a aprendizagem. Ao contrário, prejudica o aproveitamento escolar do aluno. É claro que muitas escolas poderão oferecer a seus alunos acesso a terminais de computadores de uma rede local, com recursos audiovisuais e didáticos, para o ensino de geografia, história, matemática, física, química, biologia, literatura e outras, a partir de projetos pedagógicos bem concebidos.
Nesse sentido, seria útil e desejável que os garotos aprendessem a usar em casa alguns aplicativos para a aprendizagem de certas matérias. Conheço pais que usam o Google Earth para ensinar geografia a seus filhos. Ou astronomia com um programa tão atraente quanto o Starry Night (Noite Estrelada). Na escola, esses e muitos outros recursos de software poderiam ser adotados para ilustrar aulas, mas sempre sob estrita orientação do professor.
NÃO HÁ MILAGREEsperar que a simples disponibilidade do computador e da internet de banda larga na escola deflagre uma revolução na qualidade do ensino é mais que ingenuidade. Nenhuma ferramenta ou tecnologia tem esse dom mágico. Na verdade, a grande revolução educacional que um país pode realizar é resultado da combinação de um conjunto de fatores tão conhecidos como: a) investimentos públicos prioritários em educação; b) melhor formação e atualização do professor; c) remuneração condigna e a perspectiva de uma carreira atraente ao educador; d) melhoria constante do ambiente escolar, dando-lhe mais segurança e funcionalidade; e) especial atenção à saúde e à nutrição dos alunos; f) atualização permanente dos currículos e do material didático; g) envolvimento direto da família e da sociedade no problema da educação.
Esse último aspecto me preocupa de modo especial, pois a maioria dos pais brasileiros não acompanha de perto a vida de seus filhos na escola, não conhece sequer seus professores, nem sabe o que suas crianças fazem na internet. No Brasil, vivemos um momento paradoxal. Sem realizar nenhuma reforma em profundidade da educação no País, o governo federal anuncia um projeto no mínimo eleitoreiro: a distribuição de centenas de milhares de laptops e a instalação de terminais de acesso de banda larga à internet em todas as escolas de primeiro e segundo graus do País.
Os resultados efetivos desse projeto para a educação serão quase nulos. Como sempre, a maioria dos políticos e governantes só pensa em obter votos e não está interessada nas melhores soluções para o País.
Fonte: http://www.goldenlight.biz/
Que bom seria se professores brasileiros pudessem dar um depoimento parecido com este que ouvi de um professor de primeiro grau finlandês: "Como educador, sou bem remunerado, sinto-me integrante da classe média, tenho casa própria, automóvel, sei que terei uma aposentadoria decente e que meus filhos poderão estudar nas melhores escolas. A sociedade me respeita e reconhece o valor de minha contribuição para o futuro das crianças e jovens de meu país." Ao visitar a Finlândia no ano passado, minha maior surpresa foi notar que suas escolas não revelam nenhuma paixão especial pelo computador ou pela banda larga. É claro que seus educadores consideram esses recursos tecnológicos importantes, mas afirmam que eles devem ser utilizados na dose certa, no momento exato e de modo correto.
Um dos exemplos desse uso correto é o curso que a escola de nível médio ministra a garotos e adolescentes na Finlândia e em outros países da Europa, para prepará-los para o uso competente do computador e da internet, fornecendo-lhe, ao final, o certificado chamado computer driving license, por analogia com a carteira de habilitação de motorista. Seria muito bom que as crianças brasileiras dispusessem de cursos periódicos semelhantes. UM LAPTOP POR ALUNO?Não tenho dúvida de que a maioria dos que defendem o projeto Um Laptop por Criança (OLPC, na sigla em inglês One Laptop Per Child) para o Brasil e outros países emergentes são pessoas bem-intencionadas e idealistas. Mas basta refletir um pouco mais para se comprovar a fragilidade desse projeto
Sejamos realistas. A maioria das crianças não poderá levar seu laptop à escola sem correr o risco de assalto no caminho, em especial em São Paulo e no Rio de Janeiro. Os que conseguirem chegar à escola com a máquina, serão, com certeza, tentados a navegar pelos sites mais inadequados durante as aulas. Nesse caso, o laptop será muito mais um elemento de dispersão da atenção do aluno do que uma boa ferramenta de ensino.
A experiência finlandesa mostra claramente que o computador, quando usado rotineiramente em sala de aula, sem critério, não traz nenhum benefício para a aprendizagem. Ao contrário, prejudica o aproveitamento escolar do aluno. É claro que muitas escolas poderão oferecer a seus alunos acesso a terminais de computadores de uma rede local, com recursos audiovisuais e didáticos, para o ensino de geografia, história, matemática, física, química, biologia, literatura e outras, a partir de projetos pedagógicos bem concebidos.
Nesse sentido, seria útil e desejável que os garotos aprendessem a usar em casa alguns aplicativos para a aprendizagem de certas matérias. Conheço pais que usam o Google Earth para ensinar geografia a seus filhos. Ou astronomia com um programa tão atraente quanto o Starry Night (Noite Estrelada). Na escola, esses e muitos outros recursos de software poderiam ser adotados para ilustrar aulas, mas sempre sob estrita orientação do professor.
NÃO HÁ MILAGREEsperar que a simples disponibilidade do computador e da internet de banda larga na escola deflagre uma revolução na qualidade do ensino é mais que ingenuidade. Nenhuma ferramenta ou tecnologia tem esse dom mágico. Na verdade, a grande revolução educacional que um país pode realizar é resultado da combinação de um conjunto de fatores tão conhecidos como: a) investimentos públicos prioritários em educação; b) melhor formação e atualização do professor; c) remuneração condigna e a perspectiva de uma carreira atraente ao educador; d) melhoria constante do ambiente escolar, dando-lhe mais segurança e funcionalidade; e) especial atenção à saúde e à nutrição dos alunos; f) atualização permanente dos currículos e do material didático; g) envolvimento direto da família e da sociedade no problema da educação.
Esse último aspecto me preocupa de modo especial, pois a maioria dos pais brasileiros não acompanha de perto a vida de seus filhos na escola, não conhece sequer seus professores, nem sabe o que suas crianças fazem na internet. No Brasil, vivemos um momento paradoxal. Sem realizar nenhuma reforma em profundidade da educação no País, o governo federal anuncia um projeto no mínimo eleitoreiro: a distribuição de centenas de milhares de laptops e a instalação de terminais de acesso de banda larga à internet em todas as escolas de primeiro e segundo graus do País.
Os resultados efetivos desse projeto para a educação serão quase nulos. Como sempre, a maioria dos políticos e governantes só pensa em obter votos e não está interessada nas melhores soluções para o País.
Fonte: http://www.goldenlight.biz/
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Foto da Turma SERT - SENAC 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Como transformar clientes em fãs
Na era do relacionamento e das redes socias, não falamos somente em fidelização e lealdade, mas principalmente, em como transformar nossos clientes em fãs. E como diz os autores do livro BUZZMARKETING Ben McConnel e Jackie Huba: CRIAR CLIENTES EVANGELISTAS. Nunca se falou tanto em marketing boca a boca, como tratar o cliente como único e como fazer com que ele seja um formador de opinião à respeito de seu produto ou serviço. É uma tremenda volta aos tempos antigos, onde o comerciante usava a caderneta e sabia exatamente o que cada cliente consumia (comportamento de compra) e o tratava como um grande amigo, sabendo detalhes sobre sua vida. É um retrocesso. As empresas precisam ficar atentas e destinar suas verbas publicitárias muito mais a programas de marketing de relacionamento e ao canal internet, do que somente a publicidade em massa.
Veja o trecho de uma matéria que li no site Administradores, achei bem interessante: “Meu negócio não é ter clientes. É ter fãs!”, confidenciou Ivan Naves, jovem empreendedor paulista, fundador da Auto-Estima oficina mecânica no bairro das Perdizes.
Gostamos de acreditar que temos foco no cliente. Não temos! Alguns dos nossos colaboradores até têm. Principalmente se são da equipe de vendas ou da área de marketing. Mas a grande maioria das pessoas dentro das empresas continua com o foco no produto, na tecnologia, no processo, na norma interna e no sistema. Aí reside a oportunidade para os Gestores de RH das empresas: ajudar a criar uma cultura em que TODOS estejam mais voltados para o cliente e não apenas a turma da área de marketing, vendas, comercial. Mudar a forma de pensar da empresa criando uma Cultura de Clientividade, onde TODOS estão voltados para o cliente, esse o enigma dos vencedores. Essa a oportunidade estratégica do Gestor de RH.
As empresas que transformam clientes em fãs e apóstolos oferecem soluções integradas a seus clientes, em vez de apenas produtos de qualidade com preço competitivo. Oferecem solucionamento, em vez de apenas atendimento e relacionamento. As empresas que vão além do encantamento são aquelas que percebem que a verdadeira revolução invisível provocada pela mudança na postura dos clientes os coloca defronte – não de um problema - mas de uma grande oportunidade de reinventar essa relação..." Texto de César Souza do portal Administradores
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Marketing 2.0
A proliferação da internet criou uma nova linguagem e o conceito de aldeia global, idealizado pelo sociólogo canadense Marshall McLuhan, expandiu suas fronteiras e alcança agora o profissional de marketing e vendas.
Com o advento da globalização, a concorrência está cada vez mais acirrada. E nesta luta de interesses, não é o grande que vence os pequenos na disputa de espaços. É o mais rápido que engole o mais lento. Tempo traz dinheiro, negócios bem sucedidos e profissionais reconhecidos. Então, é a estratégia de marketing e de vendas que garante bons resultados no mercado corporativo.Mudar o paradigma se faz necessário, já que ser o melhor não é suficiente porque todos estão empenhados em ser o melhor. Os profissionais devem competir para ser únicos, diferentes. E a combinação ideal para isso é ter conhecimento, habilidade e atitude. Não podemos esquecer o dinamismo, peça-chave de todo o processo.Diante dessas circuntâncias, torna-se imprescindível mesclar características diferentes da geração X com as da geração Y. A primeira tem mais experiência e a segunda, mais facilidade para adaptações e para assimilar as novas ferramentas tecnológicas. A geração Y (nascidos a partir de 1986) teve influências de heróis sociais e da sociedade pós 11 de setembro. Ela age, portanto, com mais determinação, entusiasmo e confiança em excesso.
O novo profissional de marketing está mais ambicioso, com enorme desejo de deixar sua marca pessoal na empresa e não está disposto a ser microgerenciado. É por esse motivo que ele tem necessidade de evoluir e construir um plano de carreira. Exige um desenvolvimento pessoal focado e, por consequência, espera crescer rapidamente.Essa é a tendência dos profissionais de marketing. Integrados com vendas, eles melhoram o conhecimento sobre o cliente e buscam formas de fidelizá-lo. No atual cenário, em que o mercado já está saturado, a fidelização torna-se ainda mais importante que a conquista de novos consumidores.A área de marketing é um campo fértil para a criatividade. Para consolidar uma marca, é preciso sair da zona de conforto e ousar, inovar com riscos calculados. Segmentar o mercado e especializar-se em uma categoria específica de consumidores são meios de se sobressair. Os profissionais de marketing têm sido, portanto, audaciosos na luta pela sobrevivência corporativa. Fonte: Por Toni Sando - www.administradores.com.br
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Poema - Reflita
O poema abaixo foi escrito por uma das minhas alunas do Senac, a Kelly Cristine. Resolvi postá-lo por tratar-se de um texto tocante, que deveríamos ler frequentemente. Parabéns Kelly. Reflita Somos o que passamos ser diante de cada atitude tomada, apenas a mesma é capaz de revelar e subestimar o caráter de cada um.
Já é tempo de parar e refletir: “O que eu contribuí para tornar um mundo melhor”?
Antes de fazer isso pare e pense se você já mudou intimamente...
A capacidade de discernir o certo do errado está em acertar errando, mas nunca permanecer no erro.
Quando falamos em ações como: “Devemos amar o nosso inimigo, como o nosso amigo”, é fácil, mas difícil é praticá-la no dia a dia.
Para adquirir conhecimento é preciso estudar, para adquirir sabedoria é preciso observar. Jamais confunda conhecimento com sabedoria, pois um o ajuda a ganhar a vida e o outro a construir uma vida.
Já é tempo de parar e refletir: “O que eu contribuí para tornar um mundo melhor”?
Antes de fazer isso pare e pense se você já mudou intimamente...
A capacidade de discernir o certo do errado está em acertar errando, mas nunca permanecer no erro.
Quando falamos em ações como: “Devemos amar o nosso inimigo, como o nosso amigo”, é fácil, mas difícil é praticá-la no dia a dia.
Para adquirir conhecimento é preciso estudar, para adquirir sabedoria é preciso observar. Jamais confunda conhecimento com sabedoria, pois um o ajuda a ganhar a vida e o outro a construir uma vida.
Por Kelly Cristine dos S. Santos
Minha turma do SERT/ SENAC
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
A vovó das Havaianas
CARA LEITORA , você fala de sexo com sua avó? Se ela falasse com você sobre que tipo de cara é bom pra você ir para a cama, você ficaria à vontade? Ou do alto de seus 20 anos e do blábláblá sobre sua geração ser "sexualmente mais emancipada", você ficaria vermelha e, num reflexo ancestral, fecharia as pernas de vergonha? Pesquisas consideram as mulheres como índice significativo em termos de "progresso" nos comportamentos. Mulheres que transam fácil e falam disso com desenvoltura, isso seria indicação de "sociedades mais avançadas". Ainda que eu, como a cara leitora já sabe, não acredite muito nesse blábláblá de sociedade mais avançada. Africanas transam muito e a África está longe de ser avançada. Por que faço esta pergunta indiscreta? Perguntas sobre sexo são difíceis porque se mente muito nesse assunto. Não acredito que hoje se faça mais e melhor sexo do que se fazia antes. A dita revolução sexual é puro marketing de comportamento. Serve pra produzir comportamentos superficiais que vendem coisas relacionadas ao sonho de consumo sexual. No íntimo, a maioria continua insegura, solitária e mal resolvida, só que agora sabe falar bonito sobre a tal liberação sexual. Em setembro, estreou um comercial de um modelo de Havaianas onde uma jovem conversa com sua avó em um restaurante. Sua avó reclama de suas sandálias num local chique como o que elas estavam. Ela responde algo do tipo "deixe de ser antiga vovó". Entra um cara famoso e bonito no restaurante e elas olham. A vovó diz pra neta que aquele é o tipo de cara que ela deveria arranjar. A neta responde que casar com gente famosa não é bom. Aí vem o tiro da vovó, quando ela diz mais ou menos assim: "Estou falando de sexo e não de casamento menina!". Após reclamações do "público sensível", a agência de publicidade criadora do comercial colocou outro filme no ar, em que a atriz que faz a vovó, com um laptop no colo, faz referência explícita às reclamações e diz que a agência decidiu fazer esta segunda versão (que não encobre, e mais do que isso, assume o mal-estar causado pela primeira) em respeito aos ofendidos, mas que, ao mesmo tempo, mantém a primeira na internet em respeito aos que gostaram da "versão maldita". E ainda dá um olé: "Depois digam que não sou moderninha", e acrescenta "isso não é muito democrático?" Palmas para a agência e para o produto. Um baile nos chatos que não reconhecem a importância da autorregulação em publicidade e querem legislar sobre como as pessoas lidam cotidianamente com a banalidade e a falta de sentido da vida miúda. O problema da repressão à publicidade é que ela pode facilmente criar uma propaganda "frouxa" que só diz o que os chatos acham que pode ser dito. Um chato é uma pessoa que normalmente não tem muita criatividade e atrapalha quem tem. Não há como ser criativo sem correr riscos na vida. Entretanto, ainda que os envolvidos na criação do comercial tenham se saído muito bem dando uma lição de autorregulação e de como se deve agir numa sociedade difícil como a nossa, sem desistir da ideia "reprimida" pela hipocrisia do público ofendido, esse fato revela mais do que a vitória da criatividade sobre a repressão burra. O fato revela como somos todos reféns do que pessoas banais pensam, em seus apartamentos de classe média. A ideia de que o público seja mera vítima na sociedade de consumo conta apenas parte da história desta sociedade de consumo. E a fala da vovó, "isso não é muito democrático?", revela exatamente uma das agruras da democracia, sistema necessariamente aberto a estupidez pública. O consumo pode ser de fato uma ferramenta de enorme poder nas mãos do cidadão-consumidor. Esse "case" Havaianas revela a inteligência adaptativa da propaganda e como ela é uma fronteira na sociologia contemporânea. Uma personagem vovó brinca com o senso comum de que jovens "estão adiante de seu tempo" -uma bobagem que só tem valor quando utilizada pra vender alguma coisa. Jovens são "conservadores" com tudo o que dão valor e "progressistas" com tudo o que não dão valor, assim como todos os mortais. O personagem jovem como agente de mudança é um mito. Fora o mito, são repetidores de (novos) preconceitos, (novas) fofocas e (novas) repressões em meio às (velhas) baladas. Vou sair e comprar uma Havaianas dessas pra minha filha de 17 anos. Mesmo se for tudo uma grande criação de marketing, ainda assim, um show de bola. Fonte: Jornal Folha de São Paulo - Caderno Ilustrada - 05/10/2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Em falta...
Estou meia sumidinha, mas é um por ótimo motivo!!! Este final de ano está bem corrido, ainda bem!! Meus cursos estão agendados em dois locais, estou dando aulas no Senac e o novo site da ABCD está no ar. Nada como estar envolvidas em vários projetos simultâneos em que todos me dão um imenso prazer. Agora só falta colocar nos eixos e administrar melhor o meu tempo e continuar me dedicando a este Blog, que gosto tanto e me inspira!!!
Marcia Pacini
Marcia Pacini
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Campanha AmBev parte II
Hoje, como de costume, lendo o meu jornal, me deparo novamente com a campanha da AmBev, só que agora com a chamada: Nossa gente inova porque tem tradição em ouvir você.
O layout é o mesmo, a única diferença que desta vez a figura central é um mestre cervejeiro segurando uma skol beats.
Para variar a flechinha na cabeça continua, mencionando que o funcionário tem 15 anos de AmBev e é o mestre cervejeiro reponsável pelo desenvolvimento de novos produtos.
Agora notei que no caso dele, não tinha o crachá, como no caso do Paulo, campanha anterior. Por que será? Alto escalão, não usa crachá? Marcia Pacini
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
A principal matéria-prima da AmBev cresce dentro da empresa: gente
Quem teve a oportunidade de ver esta campanha publicada no Jornal Folha de São Paulo no dia 10/10/2009? Bom para quem não viu vou fazer um breve relato e uma consideração. Primeiro o lado artístico uma foto enorme, em destaque, do supervisor de vendas: Paulo Cesar do Carmo, 11 anos de AmBev (esta informação estava bem pequena próximo a cabeça do vendedor com uma flechinha apontando para ele). Sorridente ele segurava uma garrafa da cerveja Brahma. Ademais, havia várias imagens em forma de caricatauras: Pessoas trabalhando e uma equipe abraçada, felizes. Agora o que me chamou bastante a atenção foi o crachá, que também estava em forma de caricatura, só que a foto não era a do Paulo Cesar e ao lado do no nome e função era um rabisco. Este crachá estava bem atrás do Paulo e dava a entender que pertencia a ele, porque não colocar então a foto dele caricaturada o seu nome e função? Bem melhor do que essas informações na cabeça dele com uma flechinha apontado!!!! Tirando o mercado de serviços que geralmente já usufrui desta estratégia, eu venho notando como as indútrias de bem de consumo vem enaltecendo não só os seus produtos, mas bem como, a sua gente e o seus donos. Realmente estamos na Era das Pessoas e duas empresas, que eu me recordo que iniciaram com esta estratégia, foi as Casas Bahia e a Ultrafarma.
Marcia Pacini
Estudo revela como as marcas são vistas na web e os tipos de mídia
Mais um estudo demonstra o poder da mídia, a internet. Esta fonte de comunicação, que, como todas as outras ao surgir, não substituiu efetivamente outra midia, mas vem aos poucos abocanhando mercado e provando sua eficiência. De pensar que em 2001 quando iniciei minha faculdade de Publicidade e Propaganda as agências destinavam em média menos de 2% da verba total. Hoje encontramos campanhas, dependendo do produto e categoria, que são 100% digitais. Um meio de comunicação que no começo deixou muitos especialistas duvidosos sobre o seu real papel e eficácia em matéria de recall. De pensar que em 2001, no meu primeiro ano de faculdade, eu já escrevia sobre a Internet. O tema do meu projeto de pesquisa foi "Vendas pela Internet" e um dos objetivos era comprovar a facilidade, comodidade e segurança ao comprar produtos pela Internet, justificando o propósito de estudar o crescimento mercadológico desta mídia. Em especial peguei as Lojas Americanas, uma das pioneiras no e-commerce. Quando apresentei o tema ao meu professor orientador, confesso que percebi um certo nariz torto, uma certa desacreditação!!!! Só o tempo mesmo para comprovar. Qualquer dia deste publico o projeto aqui.
Enjoy
Marcia Pacini Hoje em dia a Internet é importante fonte de informações e referência para a avaliação de produtos e serviços, e os mecanismos de busca são uma das formas mais utilizadas para selecionar aquilo que é mais relevante. Os resultados podem afetar a percepção do consumidor, que faz pesquisas antes de comprar em busca de informações, além de poder contar com a recomendação de outros consumidores. A partir desse cenário, a E.Life, especializada em inteligência de mercado na web, realizou um estudo dos links que aparecem na primeira página de resultados nos mecanismos de busca na pesquisa por termos relacionados a diversas marcas e categorias.
Foram pesquisadas as quatro marcas mais lembradas segundo o estudo Top of Mind 2008, realizado pelo Datafolha, em 10 categorias - aparelho de telefone celular, aparelho de TV, banco, carro, cartão de crédito, companhia aérea, computador e acessórios, operadora de telefonia celular, seguro e supermercado - nos mecanismos de busca mais utilizados pelos brasileiros, Google e Yahoo!. Os resultados foram classificados em quatro tipos de mídia - sites corporativos (sites de empresas das categorias pesquisadas), sites de compra e venda (compreendendo sites voltados a vendas de produtos, de classificados e de comparação de preços), mídias geradas pelo consumidor (serviços de mídias sociais, como blogs, enciclopédias, sites de reclamação, sites de perguntas e respostas, entre outros) e sites de informações e notícias (sites de mídias jornalísticas, portais e outros sites meramente informativos). Os resultados mostram que a participação de cada tipo de mídia na busca varia muito de categoria a categoria. Os sites corporativos são a maioria dos resultados da primeira página no caso de seguros (69%), operadoras de celular (60%) e bancos (86%). Os sites de compra, por sua vez, dominam os resultados para companhias aéreas (60%) e eletrônicos, como celulares (54%), aparelhos de TV (63%) e computador e acessórios (57%). Já as mídias geradas pelo consumidor representam um percentual importante dos resultados em categorias como cartão de crédito (37%), carro (26%) e computador e acessórios (22%). Os sites de informações e notícias têm menor participação na primeira página de resultados de buscas. Este tipo de mídia aparece em maior percentual somente na busca por marcas da categoria supermercado, com destaque a localizadores, como o site Apontador. Apresentado durante o ProXXIma, evento sobre comunicação digital realizado em São Paulo no início de setembro, o estudo mostra que, em algumas categorias, como a dos cartões de crédito, as redes sociais ou mídias geradas pelo consumidor aparecem em peso na primeira página de resultado dos buscadores, o que demonstra que a opinião de outros consumidores, sejam elogios ou críticas, podem influenciar aqueles que ainda estão no momento pré-compra. Outra constatação é a de que sites colaborativos como o Wikipedia, sites de recomendação e reclamação como Reclame Aqui e fóruns como o Guia do Hardware aparecem frequentemente na primeira página de resultados das marcas. "Mesmo os internautas que não são participantes ativos nas mídias sociais podem ser influenciados por elas fazendo uma simples busca no Google ou no Yahoo", comenta Alessandro Barbosa Lima, diretor da E.Life. Fonte: Vitrine Publicitária Setembro/2009
Palestra "A Arte de Vender" - Parceria FIESP e ADVB
A FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e ADVB (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil) promovem gratuitamente a palestra A Arte de Vender. O palestrante Prof. Marcel Neumann, atua como professor há mais de 12 anos, é consultor e especialista em planejamento de vendas e gestão estratégico de negócios. Dentro de vários temas que ele irá abordar nas suas duas horas de palestra, o professor comentará sobre O verdadeiro papel do vendedor e comprador e Técnicas de sucesso.
Dados do evento:
Data: 24/09/2009
Horário: 9h as 11h
Local: FIESP - Av. Paulista, 1313 14º andar
Maiores informações e inscrições, acesse: http://www.fiesp.com.br/newsletter/arte_venda/arte_venda.htm
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
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